Personas ou Perfis?

Olá! Tudo bem?

Pra quem acompanha processos de criação e inovação, já deve ter ouvido falar de técnicas como Personas, Mapa de Empatia, e tudo mais. São experiências bem bacanas, onde a gente consegue “calçar o sapato do outro”, como diz o pessoal por aí.

 

Com estas técnicas, a gente acaba tentando entender, a partir da visão de outra pessoa, como ela se sente, enxerga e interage com determiandas situações ou circunstâncias, e são técnicas que falarei aqui, no futuro próximo.

Pensando um pouco no que é uma “persona”, o Google nos diz:

persona

Porém, hoje, a reflexão é mais humana. Primeiro, tu ouve essa música:

Então, o poeta Wander Wildner já disse, há algum tempo atrás, “eu não consigo ser alegre o tempo inteiro”… e veja, não há problema algum nisso, afinal um pouquinho de tristeza e melancolia criaram músicas, ilustrações e diversas outras expressões artisticas que são lindas

Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?

Bom, a reflexão aqui é dar uma lida nesse artigo – que tu já deves ter lido – e pensar no que tu tá mostrando para os outros. Quero dizer, muito se fala hoje na tal resiliência, importante característica para o mundo corporativo. Oras, também é importante mostrar as fragilidades, compartilhar os medos, e crescer junto. Não precisa ser sempre aquela coisa “reta”, que às vezes pode ser até confundida com falta de emoção e sentimentos… “Bora” ficar triste, feliz, brabo, triste, feliz, cansado… o que a gente quiser… desde que verdadeiro…

O que quero dizer, é que não faz mal expor um pouco da tua fragilidade, dos teus medos e ser também um pouco triste às vezes. Aquela história de vida colorida e alegre, que vemos por aí nas redes sociais diversas não existe em sua plenitude.

A proposta aqui é simples: Menos Personas, e mais Perfis!!!

 

 

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