Economias Criativas

Alô!

Tenho conversado muito sobre um tema conhecido como Economia Criativa. Você já ouviu falar disso?

Trata-se da Economia do Intangível, onde o valor está muito menos relacionado ao seu valor físico, teoricamente real e mensurável, mas sim ao valor que oferece e proporciona ao seu consumidor.

Sim, e daí?

Bom, o fato é que esta economia tem sido uma das válvulas de escape da economia tradicional, em tempos de crise… Pensando desde 2008, naquela última crise mundial, onde várias empresas simplesmente sumiram do mapa, a industria criativa foi um dos poucos segmentos que continuou crescendo.

Isso porque, principalmente em momentos tidos como “mais difíceis”, a população acaba precisando consumir produtos e serviços que ajudem na satisfação geral.

Mas o que isso tem a ver com este espaço?

Tudo, basicamente… o cerne da questão gira em torno da Economia Criativa, que está profundamente ligada com inovação, tecnologia e novas formas de interagir com o mundo. E é com esses conceitos que vamos guiar nossos papos ao longo do tempo.

Aproveito para trazer duas referências interessantes sobre o tema.

O primeiro, Richard Florida, responsável pelo livro “The Rise of the Creative Class”, onde discorre grandes explicações relativas ao tema, conceituando o tema, e falando sobre o ambiente necessário para seu desenvolvimento, por exemplo. Vamos ouvir seu nome eventualmente por aqui… Aliás, sugiro a leitura do livro, já que o texto dele é melhor do que o meu.

Outro livro interessante e que traz um termo bastante na moda hoje em dia, é o “Modernidade Líquida”, de Zygmunt Bauman. Já que todo mundo fala sobre o que é “líquido” por aí, vale também uma leitura.

Na sequência, falo mais sobre isso, e como afeta (e afetará) nossa vidinha…

=)

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